Chega um momento em nossas vidas em que não existe mais amores ou amizades eternas. É amor até deixar de amar, e amizade até o tempo separar. Os problemas e responsabilidades da vida vão aumentando e passamos a nos preocupar com outras coisas, outros interesses. Passamos a nos preocupar com nós mesmos, deixando essa “fase emocional de lado”. Não por obrigação, e sim por serem coisas previstas no decorrer da vida de todos. Lembra dos conselhos chatos da sua avó? Eles começam fazer sentido depois de um tempo, por mais chata que você achasse aquela velhinha, ela tinha as palavras mais sábias e verdadeiras por ter passado o mesmo que você, ou pior. O tempo mostra que a vida é um texto mal concluído, assim como este que acabei de escrever, passando uma mensagem simples sem uma solução.

Gabriel Barboza.  (via conjuntarismo)

Eles se amam. Todo mundo sabe mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossível. Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha. Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele quer ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápidos demais, é difícil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro. E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso.

Tati Bernardi.  (via nevarias)

Minha oração é serena, minhas preces eu carrego no canto dos olhos, no bater dos cílios, e mesmo com este caminho tão torto eu ainda acredito, eu levanto meus olhos e agradeço em silêncio, pois eu não preciso de palavras, não preciso de gritos e louvores, e tenho certeza de que Ele me escuta, que Ele me atende, mesmo nesse mudo em que me encontro.

Secretária da Morte.     (via sorrisol)